A memória é curta no desporto e especialmente no futebol, onde a amnésia selectiva impera. Moutinho, de repente, transmuta-se de "maçã podre" em "maça luzidia": trata-se de um «profissional fantástico» para JEB. Jesus vai apodrecendo na podridão do ambiente no balneário onde poucos correm e a empatia está partida. Os maus resultados avultam. Aquele velho Jesus raçudo e combativo deixa cair por terra uma ligação que parecia, em tudo, perfeita, ao ponto de Vieira ter colocado no contrato do treinador um prémio de vitória na Liga dos Campeões. Pelo menos no plano internacional, esperava-se bem mais da equipa portuguesa que, na época passada, perfumava os campos de futebol com uma raça e uma ambição assinaláveis. Foi Jesus que mudou? Mudaram os jogadores? Onde pára a antiga empatia? Agora parece tarde de mais. As malas da ruptura estão abertas, à espera de se encher para um adeus baço e amargo.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53

1 comentário:
no tempo de Fernando Martins, o último presidente do 'Glorioso' diziam uns adeptos sobre um mau resultado
'se perdem o próximo penduramos o Martins na ... galinha'
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