INTERNEM-NO

«O apelo que queria fazer hoje era o apelo à responsabilidade, incluindo do PSD e, portanto, não vale a pena tentar desertar a meio de um esforço nacional.» CM

Comments

floribundus said…
acompanhado de toda a quadrilha
Anonymous said…
Foram centenas de milhares de jovens (e não só) da Geração à Rasca contra os políticos rascas, as aldrabices de José Sócrates, as contas falsificadas de Teixeira do Santos, o zurrar de Santos Silva, a azia de José Pacheco Pereira, os escarr…os publicados de Miguel Sousa Tavares, da loira socrática Clara Ferreira Alves, os robalos do trafulha Armando Vara, os sucateiros corruptos dos diversos ministérios, do habilidoso Protector-Geral da República socialista, enfim de todos os crápulas que pululam nos partidos políticos para sugar ao Estado o dinheiro dos nossos impostos em proveito próprio.
Já outro antes deste, gostava de se referir ao país que existe a sul do Tejo, como deserto. Agora este volta a introduzir "desertices" no discurso.
Não é de estranhar, fazem ambos parte duma força política que sempre revelou ser um verdadeiro "deserto de ideias" na forma de governar um país.
ÂNGELO OCHÔA DIZ 37 POEMAS SEUS
em vídeo youtube

Sanguíneo fio
riscando carne polpa de pêra.
Ígneas tumbas por infames catacumbas.
Clamei não abraçarmos a terra da paz;
não entregarmos a inteira vida;
não matar-nos
fome e sede de justiça.
Estrelinha num longe céu,
frágil barquinha no forte mar,
fruste borboleta p’la vastidão adejando,
assim eras tu,
por esse nosso mundo, meu amor.
‘Disse-to pelas nuvens,
pelas árvores do mar,
pela noite bebida,
pela janela aberta,
toda a carícia,
toda a confiança sobrevivem.’
Dar-me para trautear,
pétala a pétala,
sonetos que decorei.
Porque desde há milénios Natal:
Cultive-se, cante-se, ressoe,
com o coro dos levíssimos alados entes,
da felicíssima meia-noite de Bethlehem
a imorredoura alegria.
Tabor: Sonambulissimamente divagávamos,
absortos discorríamos deslumbrando-nos
o repleto da Luz um dia aclarada sobre a Terra,
mal acomodadas as próprias tendas.
Até tangermos O Inominável.
Tarde sentada,
folheiam-se lentos
in-fólios amarelentos.
Lembrar-te a rua,
percorridas pedras,
borboletas ziguezagueantes.
A pastorinha veio às flores,
e encontrou elefantes, malmequeres,
papoilas, borboletas,
a pastorinha da cara preta.
A casa vazia, o quarto nu, o tijolo argamassado,
a janela afundando-se num céu desconhecido,
que desde um claro vão se divisava.
Variegadas palavras
por estantes debatendo-se,
medicamentos certos
da forçada sonolência.
Frescas, simples,
tais quais coisas,
aí mesmo à mente,
a estudar sempre,
a desvelar de outras
inesperadas palavras.
De cerdeiros
a rama
a baloiçar.
‘Aujourd’hui je suis loin, mais je reviendrai un jour.’
Raparigas dançando num terreiro, noivos a um comboio
programado.
À sombra de árvore
alguém descansa,
bambinos sumindo-se
por dentro da folhagem.
Alegria profunda,
eis a verdade,
um menino inclinado
contra a parede.
Por abraçar-te última em meus braços:
Estavas desde início comigo, não te esqueci, enviada,
força estabelecida sob ângulo da nossa casa com uvas.
Assim fomos nascendo do grande nada,
lágrimas, sorrisos, perdas redimidas,
na alegria feroz das horas, companheira.
Páscoa
a morrer flores,
ecoando vãos por grandes casas.
Acontece-me ficar sentado a tarde toda,
a refazer os gestos gastos.
Ah,
teu devastado olhar
fixa o demorado mar,
revolto um vento.
Estremecimentos,
meiguice,
o todo morre-se-nos.
Só somos divinos
quando admiramos
O Corpo Total
dO Cristo,
afiadíssima adaga
até alma.
Abelha
por flores sardinheiras,
pródiga manutenção.
O espeleólogo
afunda-se
a si.
Henrique:
A cruz templária, no pano-cru das velas,
às barcaças soltas mãos esboçam.
Terras, céus, sopros, marés com rigor
se analisam, especulam, estudam.
A ousada variação, rumos definindo,
vãs conjecturas vai desvanecendo.
Do Infante obrigados, uns lusos nautas,
com areais atinando, inauguram padrão.
Seixo rolado,
vezes sem conta batido das vagas,
isto.
Os versos leve insuspeita água
até onde lhes respondam;
colham a peixes mínimas mexidas;
regressem com o escriba à mesa do tempo.
Contigo,
pombinha bailarina,
os melhores arrebatamentos.
Mistério de Luz:
Sobre jumenta paz
sobes a celeste Jerusalém
e ouves A Aclamação:
‘Hossana ao Rei.’
O escriba do olhar abrangente
resolvera acabar letrinhas
e abismar-se.
Queridas graças,
tudo de bom pra vocês,
que quero dum amor
tamanho quanto o ar.
Após imprevista chuva,
gorjeios, luz nua, cheiro a algas, maresia.
‘Vêm da dor directamente.’
Trazem no olhar a mais firme certeza.
Sagrados da verdade, feridos do ver,
magoados heróis.
Seu fito é o vago além:
Desde a mais tenra madrugada
se arrebatam.
Madalena, Maria.
P’lo sussurro da voz O conheceste:
Não era o hortelão.
Rabboni, ’xclamaste.
Ele pediu-te que não O detivesses.
Domingo único,
açucenas, calmas.
Missão
cada hora.
Régua,
vinhedos coloram maravilha única.
Relógio fixo a pulso e desalento,
pronto esqueça teu mostrador
de inexoráveis traços,
cale teu ponteado cromático,
mas levante mãos.
Anonymous said…
No estado em que está o PM (bem visível até com o som desligado), tomo por certo que ele vai ensaiar uma permanência desesperada como líder do PS mesmo quando perceber que as coisas já desmoronaram dentro da cabeça dos militantes. E nada melhor do que um país rectangular num mísero estado para ele nadar no estilo que mais gosta. Não subestimem Silva Pereira nem Sócrates porque como provavelmente veremos daqui a poucos anos, quando forem publicadas algumas memórias internas e externas, vão aparecer curiosidades deste e do outro mundo em formato digital e analógico.
Caro amigo

E agora o que é que vamos fazer ?

Torna-se urgente e obrigatório limpar o País. Temos que varrer esta escumalha política.

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