MERICISMO MERETRICE
Assisto ao monólogo do Primadonna, [#jábasta] com Ana Lourenço, como um último passe de irrealidade e de vento, quando mais ninguém pode suportar um minuto mais de converseta de iludir. Vem fogoso, convicto e palavroso, encharcado em café e desfaçatez. Hoje muitas vozes levantaram-se, cessando o seu suporte a essa ferocidade falsária do socratismo-socialista, entre as quais, Soares, como sempre, tarde a acordar e notoriamente desesperado com os tiques arrongatóides de José Sócrates. Outros resistem ainda na trincheira errónea de aldrabar. Chantagem. Chantagem. E mais chantagem. As extensas comitivas que acompanhavam o amanuense de Merkel a inaugurar sanitas por esse País além, surgiam repletas de cagança, inchadas de pose, nariz altivo, roupas caras, carros caros, uma corte de Luís IV. O amiguismo prosperou. A degradação das instituições medrou. Os pobres beijam o pó e ainda o beijarão mais. Mas os socialistas-socratistas cevaram-se em contraste com o Povo. Um módico de decência num só, embora destituído dela, permitira a Portugal arejar finalmente, mas isso é impossível. Segue ele no seu número, perpétuo mericismo meretrice, agora irritado, vociferante, derrotado. Só falta o óbito declarado. Já basta desta bosta!

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Comments
que ouviu um monólogo
ouviu todos.
'eu sou o único'
apertará o nó da gravata de uma vez
em vez de o fazer às pinguinhas
sei não