quarta-feira, novembro 28, 2012

A PALAVRA AO MEU QUERIDO AMIGO GREGO

A minha fotografia
O meu caríssimo e grande amigo
Pedro Grego.
«Pobre de espírito és tu, que além de sectário, és BURRO! Inisistes nas mesma (i)lógica económica de contracção, redução, corte, eleminacao, agravacao, sobretaxacao, e tantas outras coisas que apenas retraem o consumo e as sinergias internas, constrangem as famílias, aumentam o desemprego, agravam a pobreza, e diminuindo a procura em detrimento da oferta. O tecido empresarial vai à falência, o desemprego aumenta (o que acresce a despesa pública, face ao elevado número de pensionistas), a banca que continua por regular, as PPP's cujos compadrios continuam ser devidamente apadrinhdos, entre tantos outros flóculos de merda que, pelos vistos, continuam a ser a base do teu pequeno-almoço. Ora, se a despesa pública aumenta em função de políticas inactivas de emprego, de antecipação de reformas, e de gestão danosa da "coisa pública", para não falar da retracção do consumo por via de um escandaloso e inadmissível aumento IVA, e por fim, do IRS, com nefastas consequências para o poder de compra da classe média, e acrescidos malefícios na hora da tributação fiscal. Nunca na vida se assistiu à recuperação de uma economia sem se apostar nos exactos alicerces do seu crescimento, e não apenas na exclusividade de modelos austeros. Em menos de um ano, passaremos de pré-falencia à falência total. E aí, meu caro, tenho a certeza de que Nuts.» Pedro Grego

1 comentário:

Bruno Santos disse...

Eu mudaria o provérbio popular "Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão" para "Casa onde não há pão, todos ralham e TODOS têem razão"...