quinta-feira, novembro 08, 2012

SABOTAGEM A PORTUGAL, GRANDE DESÍGNIO DO PS

Já escrevi milhares de posts sobre o pessoal rançoso do PS-Socratista, sobre o seu pensamento indigente e a praxis política basicamente sabotadores das nossas hipóteses como País Livre e Próspero, fosse no Poder [pelo abraçar o mundo e o dinheiro com as pernas] seja agora na Oposição [pela sabotagem activa de quanto reforme o Estado e o desempoeire de tachos]. Metido a vigilante e desconstrutor dessa sarna  horrorosa que já foi Poder Executivo em Portugal por demasiado tempo, reconheço a minha obsessão por lhe conhecer pentelho e perdigoto: José Sócrates, Mário Soares, o Grande Açambarcador de Dinheiro e Géneros, os lello, os vitalino, os ASS, as edite estelíferas, os vara, os diabo que os leve, há gente que não posso apreciar por nada ter de escorreita nem de desprendida nem de reformadora, nem de compassiva, nem de abnegada, completamente incapaz de dissolver o Estado-PS dentro do Estado-Cidadãos e Contribuintes, hoje em grande sofrimento. Se lhes não visse o veneno conspirativo e faccioso, se lhes não farejasse a desonestidade intelectual crassa, e sobretudo o perigo de contaminação da verdade política e dos interesses mais profundos e mais gerais, ignorá-los-ia. Assim, encarniço-me particularmente sobre esses PS por causa da sua acção maligna, nefasta, devastadora, em longos anos de manipulação mediática e despesismo infrene. Não seria possível descer tão baixo quanto José Sócrates e a sua inteligente e hábil clique de cretinos, gente tão má, sôfrega e desonesta quanto ele: hoje essa casta de anónimos é um farrapo autojustificativo de um tempo glorioso para si: lastima-se pela remoção do Poder em Março de 2011. Dadas as aparentes dificuldades do actual Governo, dado o cerco multiforme dos que deliram, alertam, alarmam o País para o rumo tortuoso e errado da Troyka [mecanismo aliás desleal até mesmo para com o Governo que se lhe submete como discente puro e dedicado], essa ala mais cínica e subversiva do PS antevê eleições no curto prazo. Janeiro será o mês do choque e do terror: olharemos para os nossos bolsos e lá, em vez de dinheiro, veremos o saque de um inaudito Orçamento de Estado. Será um despertar amargo. Resta saber que rua se amotinará ao longo de Fevereiro. Será a rua que insulta Passos? Será a rua que chama filho da puta, ladrão, cretino, chulo, paneleiro a Sócrates? Será a rua que despreza profundamente Mário Soares, os seus alvitres de miserável avaro, interesseiro e medíocre? Vítor Gaspar trabalha em articulação com os potentados europeus e mundiais, um teórico finalmente com a mão na massa: o corte de 4 mil milhões de euros, ninguém sabe em quê, quase de certeza incidirá sobre empregos políticos multiplicados como espermatozóides de rato em todos os interstícios-rata do Aparelho de Estado. Se se for novamente ao bolso do contribuinte, não haverá nada a fazer senão um restauro do Sistema: choro e ranger de dentes, isto é, eleições. Entretanto, todos os bons sinais externos e internos da nossa Economia contaminada por décadas de lastro corrupto político-partidário, interesses e tachos, poderão fazer de Fevereiro o mês em que o Governo afinal não vai cair: sustentado pelo Mundo, por Merkel, pelo BCE, pela Comissão, pela Europa, portanto, por Angola, pelo Brasil, apesar da intoxicação impaciente dos donos da agitação e da sabotagem, poderá resistir ao cerco; às partes viciosas do cerco. No máximo, o País, como uma banana, dividir-se-á em dois, banana split: votará uma delas novamente nos grunhos que recorreram a todas as mentiras, conspirações e ofensas para endividarem Portugal para além de todos os limites a nos conduziram à perda da soberania?! Votará uma delas no País que não crescia, no País que apenas se endividava, que vivia de dinheiro alheio disfarçando um empobrecimento fatal da classe média e iludindo com incentivos improdutivos a classe baixa?! Votará um delas novamente nos que estão decididos a conservar tudo como está, insolvência, falência, após sangria financeira e destruição social pela ilusão do dinheiro além-PIB que aliás já ninguém nos empresta, se descarilarmos do rumo ajustamentista?! Vote-se PS, pois. Mesmo Jerónimo de Sousa é mais contido e menos sectário que Mário Soares e que toda a sua prole de sanguessugas e donos disto-Portugal, cheios de Estado Social na boca e no bolso, ou seja, repletos de Ego na defesa da sua velha e secreta omertà, do seu esquema montado, mensalão brasileiro multiplicado pelos anos dos anos, tudo o que nos arruinou! Se formos comparar o PS com o PCP de Jerónimo, vemos que o primeiro se profissionalizou no parasitismo do Aparelho de Estado e não tem remissão; o segundo é inócuo ao País na proporção em que mais grite contra as políticas de Direita, da Troyka, do FMI. Até o PCP tem vergonha na cara e os seus militantes antes de serem comunistas são suficientemente portugueses para reconhecer e apear quem roube, quem dane e quem sabote o País, conforme os socratistas fizeram com um esgar contumaz na face: foi precisamente pela mão dos portugueses do BE e dos portugueses do PCP que a Merda Rapinesca e Maturbatória Socratista foi removida em 2011. Sem eles, não se respirariam os ares pluralistas que hoje respiramos. Não importa a essa classe de putas que destratou Portugal que obter realismo e sustentabilidade para o Estado não é uma forma de desprezo dos pobres nem castigo seja de quem for, mas racionalidade e proporcionalidade dos gastos em função dos recursos públicos. Só o nojo na política pela política se apostaria em denegrir um caminho que nos aproximasse do trabalho e eficiência e decência cívica que existem na Alemanha: defender a Constituição deveria ter sido impedir ladrões, rapaces, incompetentes, chulos, filhos da puta, de ascender à, e continuar na, governação de Portugal, à vista dos seus piores frutos e mais negros efeitos. Não nos podemos orgulhar do nosso modelo de sociedade e da nossa lógica comunitária, onde a mansidão e a transigência cívicas com ladroagem pública e notória nos conduziram até aqui e agora, só porque o remédio arde, aqui-d'el-rei que gatunos são estes. Se houver eleições em 2013, nada a temer: as águas separar-se-ão. Os Governos vão e vêm. Se antes tínhamos um Ladrão Manipulador que nos danou, mais tarde talvez tenhamos de purgar o Excesso de Zelo Troykista deste Governo Passos, eventualmente um Governo do mais zeloso que se viu em Portugal e paradoxalmente incompreendido lá, onde é mais mais salubre, realista, sem baterias de marketing político a bombardear de factos esperançosos e positivos o nosso pastoso País Mediático Tragicofónico. Simplesmente agindo em benefício de todos, no silêncio, pela sombra. Agindo! Errando também, mentindo também, mas quem não mentiria e não daria tudo por tudo para salvar o Euro e a nossa permanência sólida nele?! Tempo é dinheiro. Se nos pusermos em pé mais rapidamente, melhor para todos. A isto a lixeira socratista chamará «indigência intelectual», «escória das negociatas», «fanatismo ideológico» e «violência dos tecnocratas». Puta que os pariu, tão sensíveis e tão humanos quando longe do Poder! Portanto, para separar ainda mais as águas, talvez nos vejamos chamados a decidir, votando, em 2013, se com quem contamos é com estes tristes e incompreendidos que fazem o que a Troyka quer; ou se voltaremos ao País do Faz de Conta, Mole, Medíocre e Habitual que os xuxas gizaram para seu proveito e controlo exclusivos, contaminando de Maçonaria e Omertà quase todas as instituições da República, obedientíssimas a quem manda, a quem tem o poder do dinheiro açambarcado, a quem sabota Portugal e os Portugueses.

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