quinta-feira, novembro 08, 2012

AQUILO A QUE SEGURO DIZ NÃO

«"Governo admite extinguir empresas públicas deficitárias  Ministro das Finanças terá mais controlo sobre as empresas do Estado  A lei do Sector Empresarial do Estado, que o Governo submeteu na sexta-feira ao Parlamento, abre a porta à extinção de empresas públicas que acumulem resultados negativos durante três anos.": Isto é reformar o Estado. Isto é acabar com os sorvedouros de milhões que existem por todo o país. A rede de empresas deficitárias sem propósito que não seja proporcionar lugares de chefia para gente incapaz. A rede de empresas municipais criadas exclusivamente para criar lugares de administração fora das regras da contratação pública. Vai ficar muita gente desempregada. Ah pois vai. Mas facilmente se pode integrar quem realmente trabalha nestas empresas nos quadros autárquicos e eliminar os cargos de chefia supérfluos e colocando a tutela em serviços camarários. Só isto significaria uma poupança enorme num ano. Mas quando o PS vê este tipo de coisas vê algo que o cidadão não vê. Vê a garrafa meio vazia. Os lugares (aos milhares) de confiança política que estas empresas asseguram desaparecerão. Para eles e para os outros. Note-se que nestes lugares estará muito fulano do PSD. Ter o Governo a fazer isto é um sinal de claro desprendimento e do reconhecimento que há coisas que não podem continuar. O PS nunca faria isto. Faria o contrário, como o fez abundantemente. Criou uma estrutura paralela ao Estado. A mentalidade está tão arreigada que António Costa na CML criou lugares de assessores que duplicam efectivamente as funções de funcionários da câmara. Substituiu funcionários de carreira por contratados rosa.» Groink

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