sábado, novembro 17, 2012

SOCIOLOGIA DA PEDRADA II

«Um deles, subiu aos poucos degraus que o cordão policial ainda tinha poupado e gritou para os manifestantes: “Por favor, parem já com isso! Não lhes façam essa vontade!”. “Sai daí, palhaço!”, gritaram-lhe alguns dos manifestantes que tinham pedras nas mãos. “Se for preciso eu morro aqui, mas assim não!”, respondeu-lhes, sem efeito.» Público

3 comentários:

Anónimo disse...

Nunca, depois do 25 de Abril, se sentiu tanto o cheiro a fascismo. E esta desordenada repressão de q resultou o espancamento de inúmeros cidadãos q se manifestavam livremente contra um governo q nos está a conduzir diariamente para a miséria é mais um de muitos sinais q não podem ser deixados no esquecimento. Já muita gente insuspeita de ter alguma coisa a ver com a esquerda, como por exemplo o bispo Clemente profere declarações em q demonstra q este caminho directo à mais desapiedada miséria deve ser invertido. Quando um governo se mostra surdo a uma população inteira, recorrendo cada vez mais à protecção policial, e à repressão de quem ousa, seja por greves, seja por manifestações, declarar, explicitamente, o seu sentir, o fascismo.

Anónimo disse...
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Floribundus disse...

o januário também atira pedras