EFEITO IMEDIATO DO 'IMPOSTO FAST-FOOD'
Não critico nem ridicularizo o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, por ter defendido a criação de um imposto sobre a fast-food e «dezenas de variedades de outro lixo alimentar» para financiar o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Há quem desanime com este tipo de sugestões, mas o importante são ideias. Venham elas. Filtram-se depois, na certeza de nos capturar e divertir o imaginário, no processo. Por que não taxar a raspadinha e o sexo em motéis?! Provavelmente já estão contemplados ou não resultam... Não sei... Digam vocês.

+%E2%80%94+Pieter+Bruegel+(1564-1638)+%E2%80%94+Kunsthistorisches+Museum,+Viena.jpg)
Comments
Os custos da obesidade estão bem calculados. As suas consequências em termos de hipertensão, diabetes, enfartes do miocárdio e outras patologias cardíacas implicam custos para o Serviço Nacional de Saúde enormes, seguramente maiores que os do tabaco.
Então se se taxa o tabaco, porque não taxar a fast-food e alguns produtos francamente perigosos, como uma lata de coca-cola, que tem mais de 30g de açucar?