O ÁLCOOL ERA A ADRENALINA E A INSOLÊNCIA
Afinal, Francisco José Garzón Amo não estava em si havia muito tempo. Há muito perdera a noção de prudência e de observância dos limites por amor daquelas centenas de passageiros por que era responsável. Este acidente era uma bomba-relógio em contagem decrescente. Perante tanta dor, tão crua, injusta, escusada, é uma pena que tenha sobrevivido.
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Procure antes os factos, e deixe lá a sua subjectividade bacoca para si