quinta-feira, julho 25, 2013

O ÁLCOOL ERA A ADRENALINA E A INSOLÊNCIA

Afinal, Francisco José Garzón Amo não estava em si havia muito tempo. Há muito perdera a noção de prudência e de observância dos limites por amor daquelas centenas de passageiros por que era responsável. Este acidente era uma bomba-relógio em contagem decrescente. Perante tanta dor, tão crua, injusta, escusada, é uma pena que tenha sobrevivido.

3 comentários:

Anónimo disse...

Mas Deus omipotente, que tudo vê e controla, numa cidade santa, não interveio porquê?

Anónimo disse...

Se se desse ao trabalho de ler a notícia com olhos de ler e não com essas órbitas inflamadas que estão de fé e moralismo pedante, veria que o homem não se gabou coisa nenhuma no facebook, e que o público é que publicou uma notícia claramente tablóide que nada tinha a ver com o que ele por lá comentou.
Procure antes os factos, e deixe lá a sua subjectividade bacoca para si

Joaquim Carlos disse...

Está a querer dizer que a culpa do acidente foi minha? É isso, anónimo das 02:50:00?