Ao ouvir o Primeiro-Ministro, percebe-se desde já que o PS está amarrado ao não-acordo de Salvação Nacional, isto é, o facto de não ter havido acordo formal entre os três partidos convocados pelo Presidente não impediu a obtenção de aproximações em inúmeros pontos. Logo, será com essa base que a decisão governamental se construirá nos próximos dois anos: numa convergência democrática entre PSD-CDS-PP e PS, quer este queira, quer não, quer diga que sim, quer diga que não. Quem disse que era preciso acordo assinado e vinculativo? O que era preciso afinal era uma espécie de abertura à negociação perpétua para satisfação das aspirações da maioria da população portuguesa, paz, pão, povo e liberdade. Para além disso, repare-se no acolhimento feito em Pombal ao PM: bastou ter-se mostrado um baluarte do País, na primeira semana de Julho, para começar a emergir... Espantoso. Apesar dos Pachecos e dos imitadores de Pachecos.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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