sábado, julho 27, 2013

O NÃO-ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL

Ao ouvir o Primeiro-Ministro, percebe-se desde já que o PS está amarrado ao não-acordo de Salvação Nacional, isto é, o facto de não ter havido acordo formal entre os três partidos convocados pelo Presidente não impediu a obtenção de aproximações em inúmeros pontos. Logo, será com essa base que a decisão governamental se construirá nos próximos dois anos: numa convergência democrática entre PSD-CDS-PP e PS, quer este queira, quer não, quer diga que sim, quer diga que não. Quem disse que era preciso acordo assinado e vinculativo? O que era preciso afinal era uma espécie de abertura à negociação perpétua para satisfação das aspirações da maioria da população portuguesa, paz, pão, povo e liberdade. Para além disso, repare-se no acolhimento feito em Pombal ao PM: bastou ter-se mostrado um baluarte do País, na primeira semana de Julho, para começar a emergir... Espantoso. Apesar dos Pachecos e dos imitadores de Pachecos.

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