DELAPIDAR. DESBARATAR

«O certo é que o modelo até agora seguido permite a existência de generais sem brigadas, de coronéis sem unidades, de majores sem esquadrões; e sargentos-rancheiros permanentemente na "logística" e no refeitório. E aos milhares. Lá equipamento, operacionalidade, unidades dotadas de efectivos etc., isso é que não! Assim como na CP/Refer existe um chefe para cada 16 subordinados, também nas FA's (especialmente o Exército) existe certamente um oficial superior por cada dúzia de soldados. Que bom. E três sistemas de saúde distintos. E gasolina para as deslocações de alguns srs. generais. E edifícios vazios. Mas também "roubo" inter-ministerial que delapida património do ministério da defesa. Nisto não se fala porque não dá jeito. Se o "país" soubesse, talvez estivesse disposto a pagar equipamento, treino e cumprimento de missões. Assim vai pagando, comodamente e não acordando as moscas, a inércia das reformas por fazer.»

Comments

floribundus said…
deviam ser mortos à pedrada
Anonymous said…
«um oficial superior por cada dúzia de soldados»
Corrijo: um quadro (oficiais e sargentos), para duas praças (cabos e soldados)E um "Estado-Maior da Defesa" (em vez de quatro),
constante do Programa do XVII Governo, não criado,
desaparecido no Programa do XVII Governo.
Entretanto:
O edifício onde funcionam o MDN e o EMGFA, consta da lista do património da Defesa para alienar.
Significativo.
JB

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