ERRAR É DESUMANO
Com o segundo pacote adicional de austeridade, o primeiro-ministro empreendeu uma maratona de entrevistas em dois dias para tentar esconder até que ponto o cálculo político superou a necessidade de acção atempada para salvaguarda do interesse nacional. No sábado, as respostas nem sempre corresponderam à realidade dos factos ou aos limites do possível. Nada como saber que erros de Sócrates afectam o nosso bolso: «1. “Isso é partir do princípio de que teria sido melhor para o país tomar as medidas em Maio. Eu não estou convencido disso.”
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