«Com a industrialização da lavoura – algo que nos passou ao lado – fomos vivamente incentivados a abandonar o campo. E a Estatística registou, muito ufana: já só 3% dos portugueses vivem do que a terra dá. Por isso comemos hoje o que nos vendem os outros, membros ou não da UE. Num contínuo encolher de ombros ante a fatalidade. É onde retomo o tema da esperança. Que é feito de nós? Do que somos nós capazes? Aparentemente, de protestar apenas contra o aumento do custo de vida.» João Afonso Machado
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
quinta-feira, outubro 27, 2011
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2 comentários:
Eu gostava de vos ver com uma enxada na mão ao sol de verão, à chuva de Outono e ao gelo de Inverno...
Hoje falei com um agricultor, sabes o que ele me disse?
«os subsídios deram cabo da agricultura, vieram os oportunistas, à procura de dinheiro fácil, e deram cabo disto tudo»
Regulem a venda dos produtos às distribuidoras (Sonae, J. Martins) e logo se vê se a agricultura dá ou não dá dinheiro. Dar até dá, mas não ao produtor, dá sobretudo ao distribuidor. Enfim, vamos lá fazer piqueniques que o continente paga...
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