terça-feira, junho 26, 2012

CUNEYT ÇAKIR, O DIABO E A CRUZ

Esperemos que amanhã este turco não cheire mal e, até por subtil ódio cultural à cruz dos Cruzados ostensiva na simbólica portuguesa, não parta para o favorecimento desavergonhado à conjura castelhano-catalã e o seu seleccionado de futebol. Já nos basta a manifesta sobranceria e autoconvencimento destes últimos, tão condescendentes com Portugal que já alvitram qual a forma de jogarmos para sermos mais fortes que eles, o contra-ataque. Já nos basta a abundante viciação verbal derramada por Platini. Olhando para trás, são demasiadas meias-finais e outras tantas mortes na praia portuguesas no que toca a Europeus de Futebol ou Mundiais de Futebol quando organizados na Europa, em parte pelo anti-lusitanismo sistémico implantado na UEFA, especialmente quando logramos ir longe de mais na competição, castrando os grandes retornos proporcionados pelos grandes públicos de Berlim, Londres, Milão, Madrid ou Paris.

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