sábado, junho 16, 2012

PAULO-CARA-DE-CU CAMPOS OU O POIO FUGITIVO


É impressionante a impunidade de que gozam em Portugal indivíduos que surripiaram dolosamente o máximo de recursos públicos possíveis, no mais curto prazo possível, fazendo criminosamente impender sobre as gerações futuras custos a todos os títulos absurdos e obscenos. Impressiona também que perante tal farsa grotesca não tenha caído o Carmo e a Trindade, dispostos aliás a cair por causa das peripécias Relvas e o seu folhetim de 3.ª. Pergunta-se: já foram colocar algemas a esse espécimen infrequentável Paulo-Cara-de-Cu Campos?! Já capturaram o Supremo Filho da Puta no seu sossego parisiense conspirativo, seguro, agarrado aos seus milhões milagrosos, inexplicáveis, convertidos todos os dias em jantarada, almoçarada, todos os dias regados com o irrecusável vinho tinto; todos os dias incensados pelo imperdível cigarro, nas melhores tascas?! E quanto à puta-que-pariu-Procuradoria-Restrita da Bananeira, já deu sinal de si ou está difícil?! Enojem-se, portugueses! Com eles. Com ela.

1 comentário:

Mentiroso disse...

Não é nada impressionante, meu caro, é a regra nacional, aliás aceite por uma larga maioria que quando alguém é roubado afirma à boca cheia que a a culpa é da vítima que se deixou roubar.
Nada muda porque todos se limitam em quixinhas e lamentações, cada pequeno movimento mostra as suas indignações e não há união, excepto as dos sindicatos que para nada servem. Até vemos os que mais ganham e mais vantagens têm, por isso com menos razão, fazerem as maiores greves e que mais prejudicam a população em geral, não quem nos oprime. Neste caso estão os ferroviários.
De nada importa reclamar de um ou de outro, nem qusixumes. Isso é o que os corruptos querem. Cão que ladra não morde, a populaça desabafa e tudo vai ficando na mesmo. Haverá melhor para a corja?
Por outro lado há outros pobres diabos, os fanáticos dos «seus» partidinhos que atacam os outros partidos, estupidamente convencidos de que os seus são melhores e mais honestos. É outro modo de perpetuar o mal: vão-se revezando no roubo consoante vão sendo eleitos à vez.
Tudo isto obriga-nos a dar razão ao que os outros povos pensam realmente dos portugueses e não o que a jornaleiragem nos impinge: um povo extremamente atrasado, incapaz de saber o que lhe convém e de tomar o seu destino em mãos. É a matracagem de «notícias» exploradas nessa intenção que, anestesiando a população e mantendo-a na ignorância, a torna incapaz de qualquer reacção útil para ela mesma.