A BEATITUDE DO LAMENTÁVEL TEIXEIRA
Isto de Teixeira dos Santos, o ex-Ministro das Finanças dos dois Governo PS/Sócrates, se colocar beatificamente na posição de alvitrador, espécie de sibila dos orçamentos aprovados, Madre Teresa da concórdia política, e vir apelar à aprovação do OE2012, sublinhando não ser este o momento para tirar dividendos políticos, não lembrava ao diabo. Se há uma voz que não merece ser ouvida sem nos rirmos é a de Teixeira, o rosto, afinal, da pré-falência, a face da politização calculista das Finanças, capturada pela agenda de curto prazo socratista com as suas ilusões e mentiras até ao último momento de optimismo à Titanic. A ajuda externa começa a partir do momento em que Sócrates rapta Teixeira para a lógica furiosa do seu Ego dissoluto, quando o erário era o grande pénis socialista e o povo português coisa incidental perante a qual se diz: «...depois vê-se» porque o Partido Socialista e os negócios à pala do Estado estavam em primeiríssimo lugar até se dar com os burros na água. Por que não se cala?!
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