CAMPOS RI E MP COÇA A MICOSE

Agora podemos compreender como se processou a invenção da prosperidade e dos negócios supersónicos do consulado socratista, graças à denúncia da entidade reguladora do sector rodoviário ao actual Governo Passos: a Estradas de Portugal EP foi prejudicada em quase 600 milhões de euros numa negociação com o grupo Ascendi, relativo às concessões Norte e Grande Lisboa, sendo que o caso remonta a Novembro de 2010, quando o Instituto Nacional de Infra-estruturas Rodoviárias informou o então secretário de estado das Obras Públicas, Paulo Campos, de negociações potencialmente ruinosas para o Estado com o grupo Ascendi, dominado pela Mota-Engil e pelo BES. No socratismo, os negócios ruinosos, as patranhas imorais,  foram coisa constante e reincidente. Muito pouco escapa. Se o socratismo explodiu com a dívida pública, o dinheiro, esse desapareceu: não está na economia, nem está nos bancos, talvez nem sequer esteja nas empresas amigas, mas nos bolsos em que era suposto estar à partida. São esses bolsos que, porventura agora, neste sentimento nacional de aviltamento pelos cortes brutais sofridos, conservarão quentes e a salvo certas costas malditas. Investigue-se e puna-se. Por que coça o MP os colhões e não age com celeridade, em nome do Povo?

Comments

Anonymous said…
Como escrevi no AspirinaB respondendo ao Val:
ainda falta Ministério.
Havemos de lá chegar

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