JARDIM, UM MOSTRENGO NA NOITE DE BREU
O post de João Carvalho, a seguir parcialmente reproduzido, vem sublinhar algo extremamente grave segregado pela ética balofa jardinista. Não deveria passar em claro aos eleitores da Madeira, se é que os há efectivamente e não robots passíveis de traficância, caciquismo primário e consciência tranquila sob uma tirania mais ou menos sub-reptícia: «A uma semana das eleições regionais, o líder do CDS-PP da Madeira contou com a presença do seu líder nacional e disse, para quem quis ouvi-lo e com as palavras todas, que parte das verbas tranferidas de Lisboa para a reconstrução da ilha após a catástrofe foi desviada para as vistosas iluminações de Natal e para o Carnaval (imagino incluído o desfile pseudo-brasileiro que costuma abrilhantar a tradição madeirense). Esse desvio de verbas, que não foi desmentido, configura não só um escândalo enjoativo, mas um novo (tipo de) buraco nas contas que Alberto João Jardim anda há anos a decidir à sucapa. Pelos vistos, o homem não se limita a fazer letra morta das obrigações que tem, mas também descai para opções à revelia do mais elementar senso comum e do respeito que deve aos outros, ao país, aos que foram acudir à reconstrução da Madeira.» João Carvalho

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Ass.: Besta Imunda