BOTTOM UP
«O corte salarial do 13º e 14º mês foi a alternativa do Governo. Sim, é injusto e de uma violência brutal, mas pode acabar por ter resultados. Não só devido ao impacto orçamental, que é gigantesco, mas sobretudo pelo que representa para a função pública. Porque aumenta as reivindicações dos competentes que se sentem prejudicados pelo comportamento dos incompetentes, e porque faz germinar, dentro da própria administração pública, exigências de diferenciação. É o bottom up a surgir às pinguinhas. Vejam, a este propósito, as propostas do Pedro Pita Barros e do João Cerejeira. Ainda vamos ver o Mário Nogueira a defender uma avaliação com consequências para a carreira.» Priscila Rêgo
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