A SUBTIL CONCORDÂNCIA DA RUA
Deve dizer-se mil vezes que o anterior Governo é o mais directo responsável pela actual situação económica do País: o que se passou no mundo em 2008 e 2009 foi o pretexto que faltava para o PS-Socratista encher de dinheiro o cu dos seus, mediante ajustes directos para todos os gostos e negócios ruinosos à prova da nossa imaginação, do nosso escrutínio e do nosso pobre sistema de justiça. Se havia todas as razões para pânico num mundo em colapso, os socratistas conservaram a calma e a frieza, deferindo os efeitos da crise ao aumentarem os respectivos défices. A par de medidas de apoio às empresas e às famílias, medidas de esbanjamento e aumento da despesa, sem olhar a meios e sobretudo ao facto luminoso de não termos economia para o grau de endividamento explosivo então cavaco. Os socratistas aumentaram os salários função pública, aumentaram as prestações sociais, baixaram os impostos, congelaram a actualização dos tarifários nos transportes. E foi assim que combater foi empatar a resolução rápida da questão do BPN. Auscultando a rua, percebe-se que toda a gente compreende por que são gravosas as medidas agora tomadas, além de clamarem por o mais completo levantamento da negritude dos negócios obscenos em que o socratismo foi useiro e vezeiro. Somente os órfãos de Sócrates e as suas viúvas se comportam como se não tivessem lesado criminosamente o Estado Português através de medidas ruinosas e decisões com os pés qual dela a mais absurda e criminosa. O sindicalismo decrépito do eterno Carvalho e do eterno Proença assim como o cérebro anal dos socialistas fazem, respectivamente, o flácido e estéril esboço de reacção que, na verdade, ninguém leva, porque não pode levar, a sério.
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Luis Carlos