Por mim, se é o meu cérebro que me comanda, sei que em breve, Portugal orgulhar-se-á do seu primeiro superavit em duzentos anos de falência reiterada e ladroagem no seio de um Estado teleológico e corrupto: «... o cérebro é capaz de escolher aquilo que quer ou não ouvir e que tem uma clara tendência para ser optimista. Daí que Tali Sharot sugira, por exemplo, que campanhas que tentem passar “mensagens como fumar mata, não funcionam porque as pessoas tendem a achar que as probabilidades no seu caso são baixas.» P
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