O texto fac-similado neste post deveria ser lido em voz alta pelo menos umas cento e vinte vezes com louvor póstumo ao redactor e obrigatoriedade de constar nos curricula nacionais. Também deveria ser esfregado na cara de pau de todos os ainda socratistas, sobretudo a parte onde se lê: «Ali, precisa-se sobretudo ser um homem sério.» Mas todo o texto é de uma pertinência deliciosa, mas também pungente para um Povo pouco orgulhoso e proverbialmente manso, como o nosso.
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