«O problema maior de Portugal é bem maior que Portugal. É a União Monetária, é a provável saída da Grécia do euro, é o risco de descontrolo posterior, é o corte de "rating", é as taxas de juro terem ontem disparado mais trezentos pontos (!), é a paragem cardíaca da economia, é a falta de receita fiscal - é a falta de dinheiro, de dinheiro vivo para pagar dívidas, contas, salários, importações. Por isso se vendeu a EDP depressa e bem, por isso se tenta aviar a REN enquanto há tempo, por isso se acolhem chineses, se visitam colombianos, se entronizam angolanos, se assediam brasileiros, se desejam russos, árabes e omanenses.» Pedro Santos Guerreiro
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
quarta-feira, janeiro 18, 2012
PORTUGAL DE PERNAS ABERTAS COMO NUNCA
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1 comentário:
Portugal está de pernas abertas, de esfíncter anal dilatado e apontado para a Lua, boca-aberta-de-sombra, esfarrapado, sem fronteiras, sem alfândega, sem defesas ou artilharia anti-aérea. Completamente à mercê. Os 'mercados' definem e arrotam - nós caímos de borco no mesmo instante. A Europa, essa entidade mítica que tem como líderes uma mulher-ensacada e o respectivo moço de recados (que fala francês) e dois cabides catatónicos chamados Barroso e 'Roncoiso', é incapaz de agir como um todo e com a devida rapidez. A resposta às acções de guerra americanas devia ser fulminante e desproporcinal de brutalidade. Doutra maneira não adianta. Mas a "europa" não tem meios; não tem nem quer ter. Por outro lado, ainda poderemos ver em breve uma crise de dimensões bíblicas com o 'dollar' - que cada vez vale menos em relação ao preço do algodão necessário para fabricar as próprias notas. Até o preço das tintas usadas pela FED está pela hora da morte. Quando a dívida ingerível e impagável dos EUA ficar completamente a nu - de modo que nem a Moody's possa fingir que não vê - então teremos mais outra catástrofe global em cima de várias outras nunca ultrapassadas. Só com golpes e burlas os americanos poderão recuperar as suas contas. Estima-se que o sector industrial americano empregue neste momento apenas cerca de 11% da população activa; o que estarão a fazer os outros 89%?
Ass.: Besta Imunda
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