SUBSIDIOCRACIA NABABOS DO BANDO DE PORTUGAL
«Eu trabalhei com uma empresa de informática que fornecia bastantes equipamentos aos funcionários do BdP, comprados com subsídios para o efeito. Só para teres uma ideia: um funcionário chegava lá, propunhamos um computador com TUDO maximizado (um gravador de dvds interno e outro externo, se fosse preciso), colocávamos uma margem extremamente generosa — e ainda sobrava dinheiro. Quando era um casal a trabalhar no BdP, levavam portáteis para os dois, para os filhos, e ainda sobrava dinheiro para comprar plasmas. iPads, foram às dúzias. Raios, até fogões chegámos a fornecer àquela gente, só para poderem gastar todo o subsídio.
Além do subsídio para informática, havia subsídios para livros, dentistas, pousadas... aquela gente praticamente só tinha que comprar a comida. E o pior é que nunca cheguei a perceber ao certo o que faziam ali — pois, com frequência, já não os conseguia apanhar depois das quatro da tarde.» João Sousa
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