quinta-feira, setembro 06, 2012

DA CRASSA IDIOTIA SOCIALISTA SEGURISTA

Seguro delira e segue a bitola desastrosa do PS, enquanto partido de rapina e incompetência, capaz de dizer que há margem para cortar um subsídio em vez de dois subsídios, capaz de dizer que há folga no Orçamento de Estado para 2012, capaz de inventar o conceito, hoje hilariante, de haver uma almofada no OE para 2012, mas eis-nos aqui, no inferno português sob a Troyka e sob a herança de Merda Socratista-Socialista. Já se sabia que [estava escrito e negociado] que os salários seriam reduzidos. Já se sabia que a carga horária seria aumentada e se subtrairiam dias ao descanso. Já se sabia que os direitos e garantias iriam dar uma volta ao bilhar grande e que as indemnizações por rescisão de contrato seriam reduzidas. Já se sabia que o despedimento seria liberalizado e o valor e duração do subsidio de desemprego reduzidos. Já se sabia que os beneficiários do RSI, os manhosos e os indigentes, teriam de trabalhar como sinal de boa vontade e como símbolo de moralidade. Já se sabia que tudo seria feito em nome da competitividade e do emprego mesmo que o emprego e a competitividade, ainda que compitam com a Roménia nunca possam competir com a Índia e a China. O Partido Socialista, que negociou e assinou o Memorando, sabia, devia saber, que o resultado imediato não seria o céu, seria um desemprego normal a disparar para os 15, 7% ou mais, seria uma descida no ranking da competitividade, seria não haver dinheiro senão para dívida soberana e juros dela, sabia que a mais-valia do patrão e os fundos de maneio das empresas seriam nulos por falta de financiamento bancário, sabia que a economia estaria hoje a encolher, sempre estaria condenada a encolher, e que a criação de mais emprego e mais riqueza são palavras e boas intenções sem qualquer substância,  retórica que bate na parede: década e meia socialista, com défices encobertos na casa dos 9%, não se corrigem num ano. Obviamente a culpa é fundamentalmente do Partido Socialista pelos seus antecedentes de asneira e dolo. Qualquer Governo que os sucedesse, amargaria.

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