terça-feira, setembro 11, 2012

FROUXOS, PORCOS E MAUS

Descrição:

                                                          Desenhos para
                                                          colorir de
                                                          Jesus
Situação dos Trabalhadores Portugueses.
Não considero Pedro Passos Coelho um porco. Não. Longe disso. Mas entendo que contemporiza demasiado com as porcarias dos Governos imediatamente anteriores, e tão demasiado que, apertado pelas metas que a Troyka nos impõe sob a chantagem do financiamento e do elogio pavloviano às políticas até aqui seguidas, vem com medidas de esbulho sobre os que trabalham, mal tendo mexido uma palha para fazer transparentes e denunciados os negócios mais ruinosos que o pós-25 de Abril já viu. Ontem, no programa Olhos nos Olhos, TVI24, fui recordado deles. Contra o que a Troyka exigiu e consignou, em defesa dos contribuintes portugueses, quase nada das PPP negociadas e dos respectivos anexos está disponível para que eu e tu, leitor, possamos consultar e escandalizar-nos cinquenta mil milhões de vezes. Passos Coelho não é um porco. Compactua com os Porcos do presente e do passado não se percebe com medo de quê, paralisado por quem, tolhido por que motivo. Tornou-se cúmplice de toda a casta de Porcalhões capazes de nos condenar e que pretendem continuar a garantir-se rendas de 15% sem risco nem variação, estando o Estado falido. Porcos, porcos absolutos e indescritíveis, foram Sócrates e os seus sequazes porque negociaram isto à vista do nosso descalabro inelutável, matérias que ainda agora se conservam obscuras e quase inteiramente por escrutinar. Todos os que se calam, todos os que dizem que não há corruptos, todos os que, como Pinto Monteiro, usando de um cinismo baixo e frouxo a todos os títulos lastimável, barraram e obstaculizaram processos por corrupção, não são porcos. São menos que bolotas. Por estes fracos é que a maldade e o dano triunfam e alargam a nossa devastação.

2 comentários:

LMP Luxemburgo disse...

Caros compatriotas,

por desmandos de governos sucessivos, sobretudo, desde o Gonçalvismo ao Socratismo, sem esquecer o Soarismo, o Cavaquismo, o Guterrismo e o Barrosismo, Portugal foi sendo aguilhotinado por uma teia de interesses e de crismes, quando não foram leviandades e irresponsabilidades gritantes que o conduziram ao abismo.
O nosso Estado, permitindo e alimentando as mais pérfidas vilanagens, tornou-se monstruoso!
O nosso Adamastor fomos nós que o criámos !
Basta de desculpas esfarrapadas e de cobardias: os verdadeiros culpados somos nós todos !

Hoje, depois de um ano de governo monitorizado pela Troika, assinado por José Sócrates e executado à risca e com zelo por Passos Coelho, Portugal está num impasse!
País de cobardes e de calhordas, todos mais ou menos cúmlices, só pode ser o húmus ideal para gerar corruptos !

Os vícios acumulados ao longo desta perniciosa e pseuda democracia de Abril estão entranhados nas visceras e no bestunto deste povo incauto, ingénuo e invertebrado, que filhos da mais reles política, verdadeiros pulhas, andaram a iludir, a enganar, a saquear e a carregar de dívidas e impunemente se vão vangloriando, bem protegidos por amigos e leis feitas sob medida para os proteger da prisão, porque a justiça, essa, trazem-na no bolso envolta em maços de euros.

Estes criminosos todos não passam de figurões pedantes e arrogantes, que se armam em democratas e se dizem socialistas, liberais, cristãos-sociais, quando não são comunistas ou boçais, mais ou menos desbotados e falsos, filhos ou enteados, quando não são zorros transviados, têm um nome e um bilhete de identidade, mas esta democracia de má vida, e os pseudos juízes que juraram defendê-la, não os colocam atrás das grades.

Porquê?

Quem tem medo desses corruptos todos, tubarões de colarinho branco ou sucateiros, quando não são pandilhas que vivem à custa de rendimentos que nunca mereceram?

Por que esperam as instituições democráticas para fazer cumprir a Lei?

Onde se escondem os Homens Honrados e os generais ou maiorais da Pátria, e, já agora, os pais e as mães da democracia ?

Diz-se que quem não deve não teme, logo se os responsáveis da Pátria e os patriotas são uns cagarolas é porque todos têm o cu entalado, para falar português claro e compreensível.

Totus corruptus, desde os pulhas ao povo: esta é a verdade nua e crua do nosso país.
Miseráveis !
Durante anos todos quiseram viver à custa dos outros, de algo ou de alguém, todos quiseram parecer alguém com importância - senhores e doutores, quando não eram engenheiros e presidentes, todos mais ou menos sandeiros e tratantes.
Portugal bateu no fundo do poço, onde os mais pútridos gases vão formando a nossa bomba atómica!

Para este impasse moral e social, em putrefacção acelerada, só restam duas soluções a um Estado falido: ou a limpeza geral se faz por dentro, com o consentimento e o apoio de todas as forças vivas da Nação - políticos, povo, organizações sindicais e sociais, ou nos serão impostas de fora, pela Troika, os testa de ferro dos nossos credores.
A escolha aínda é nossa, por enquanto, mas em tempo que urge não pode haver coragem que muge!

Os drogados e viciados de Portugal deverão perceber que a desintóxicação será penosa, dura e difícil, mas é a condição sina qua non da nossa sobrevivência colectiva.

Portugal está com os pés na tumba e ainda há avestruzes que preferem meter a cabeça na areia a encarar os obstáculos.
Marialvas desonrados e falidos, com os credores à porta, persistem em gritar que tudo está bem no reino dos tugas !
Os vírus, transmitidos por hálitos e hábitos contra natura, imorais e obscenos, tornaram-se cancros que gangrenaram e condenaram a Pátria a este vexame que é não mandarmos na nossa própria casa e não sermos senhores do nosso destino.

Portugal tornou-se o país dos notáveis, dos inimputáveis e dos miseráveis.

LMP Luxemburgo disse...

Portugal tornou-se o país dos notáveis, dos inimputáveis e dos miseráveis.

O Presidente da República ( refém dos bananas e dos sacanas ) deve provocar um electro-choque e declarar o Estado de Emergência Nacional e chamar os partidos e as instituições e obrigá-los a REFERENDAR e a executar uma luta sem tréguas - com exéercito, forças de segurança e policiais, assistido de juízes - contra os CORRUPTOS que devem ser denunciados e levados a Tribunal pelo povo.

Só depois da prisão, julgamento e condenação desta corja maldita, é que um novo país, baseado na democracia da responsabilidade, da exigência e da excelência, com uma moralidade sem falhas, poderá realizar um Portugal que nos orgulhe a todos!

Os chulos e as meretrizes da Democracia têm que ser banidos!

Viva Portugal !

Luís Macedo Martins Pereira - Luxemburgo, 11 de Setembro de 2012.