O ESGOTO FICA BEM AO BLOCO CENTRAL
Decadência, decadência por toda a parte, em Portugal. Quem ame Portugal tem de sofrer e tem de sentir como tudo se degrada. Uma Crise é benéfica se expuser o horror mentiroso e usurpador de quem nos tem tutelado. Quem se alheie e não se manifeste, peca. Peca contra quantos derramaram o seu sangue por um Portugal Brioso e Independente ao longo dos séculos. Sai um coelho da cartola Sampaio. Decadência! Preconiza o Bloco Central? Eis um favor que se faz aos Interesses que se alimentam do sangue e suor dos portugueses, sugando e internacionalizando as riquezas do País sem as partilhar ou reproduzir, Interesses que não produzem empregos, mas engordam largamente as suas contas bancárias, enquanto nos fazem de parvos. Sampaio já não é Poder, mas aparece como se fosse. Soares, outro cromo repetido, não é Poder, mas aparecerá a preconizar, na hora certa, a mesma coisa, o que interesse à Opacidade Vigente. O sistema dos principais partidos, PS e PSD, vai ronceiro e anquilosado, decadente. Por inércia, trai os portugueses e vampiriza-lhes a esperança. O sistema bipolar PS/PSD sedentarizou-se e serve exclusivamente interesses instalados. O caminho dos cidadãos rumo à nobre política, algo que lhes diz directamente respeito e de que é um erro gravíssimo alienarem-se, está viciado por políticos instalados e repetidos há longas décadas, inflexíveis por si mesmos, de ventosa bem colada ao assento e à nomeação, implicam fossilização de procedimentos, implicam dormência da acção e nula solidariedade, multiplicada incompetência, monstruosa incapacidade, total venalidade, absoluta inoperância. O Estado servido por esses espécimens não é servido e não nos serve para nada. A sua Bandeira é o Dinheiro. O seu Hino é o Dinheiro. A sua exclusiva Honra é o Dinheiro. O Estado é uma coisa deles e para eles e não vemos outra coisa na Banca, nos negócios senão um esquema completo de acesso e movimento nessas máquinas dependente de meia-dúzia de criaturas cansadas, cancerosas, enraizadas nos compromissos assumidos já nos longínquos anos do meio do século XX. Os políticos estrangulam o mérito e não renovam fileiras para continuarem inoperantes e indiferentes onde estão em seu exclusivo benefício. É preciso mandar Sampaio e Soares à merda democrática, recusando-lhes o paternalismo dos conselhos que nos querem dar, recusando os Interesses que representam e afinal devoram Portugal. É preciso recusar-lhes o Bloco Central politicamente mentiroso cuja diplomacia assumem nervosamente ante cenários desagradáveis de perda de controlo domocrático sobre os Orçamentos de Estado, o Tachos, Sinecuras, Posições de Poder de Cunha. Também não é o fim do mundo a ausência de uma maioria absoluta para haver governabilidade em Portugal. Há muitos países, prósperos e progressistas, que avançam a milhas de nós com maiorias relativas e sob coligações. É do interesse de Portugal mandar para o caralho estas bostas falantes sem outro patriotismo que o patriotismo desesperado dos tachos que os seus amigos ocupam e têm pena de perder, haja coragem para mudar as moscas e alguma da merda. Quanto a um futuro governo emergente das próximas legislativas, é urgente acreditar na regra da cooperação, na necessidade do bom-senso interpartidário, na interpretação correcta e calma da escolha soberana dos eleitores. Telecomandar e enganar os portugueses com propostas indecentes e asnas como Maiorias Absolutas do PS ou do PSD é uma sugestão moralmente corrupta e corruptora, um erro, um logro. Condicionar é trair. Forçar a nota é trair. O melhor para todos os portugueses é escolherem o que quiserem, com lucidez e sem abanos de demagogia. Querem viver em República? Óptimo. Reformem-na, que apodrece. Querem referendar a Monarquia? O que há a temer? Quem tem algo a temer? O civismo e a ética republicana são uma farsa fétida e sempre que Sampaios e Soares aparecem a bitaitar sugestões de governo, condicionadoras à partida dos próprios processos eleitorais, nós estamos a manjar-lhes o escopo: mais do mesmo, mais da mesma desgraça, do mesmo empobrecimento à socapa, servido com um sorriso de merda, escarninho e enganoso de quem sofre, mais do mesmo despesismo selvático PS e que não presta contas a ninguém, mais do mesmo abuso de poder, mais da mesma litigância indecente e abusisa do sr. Sócrates, célebre perseguidor do jornalismo e das suas hipérboles e liberdades expressivas que nem na Rússia de Putin, mais indiferença olímpica ao clamor das gentes sofredoras, mais cunha-PS-Vara e todos os outros cunhados pelo beneplácito sem-vergonha do Poder, mais compadrio e ainda mais imoralidade. Metam as maiorias absolutas, o bloco central e a cooperação estratégica pelo olho do cu e desapareçam do mapa, vós e os vossos filhos bem abancados por favores de boca, pedidos, obtidos e pagos, graças às relações privilegiadas que rasuram o mérito e a competitividade do mérito reconhecido. Não nos fodam, ó Sampaios e Soares! A vossa comiseração com quem sofre, pena e amarga por aí é uma bosta insincera e perfeitamente impotentóide. Ninguém zela por ninguém. Ninguém auxilia ninguém. Cada qual por si é o toque a rebate do quase fim, graças a vós e ao sistema que protegeis. O Regime serviu-vos exclusivamente a vós e a quantos dos vossos colocais sem concurso nas sinecuras da Galp e no que mais houver por aí lugares marcados para aquecer, medrando discretamente. Parem de nos esgotar a paciência com paleio encomendado pelos Negócios de Poucos e Interesses de Poucos. Estamos cansados de Sampaios. Estamos absolutamente cansados de Soares. Não são maus tipos. São é insuportavelmente facciosos e servem interesses inconfessáveis de quantos, estando por escolha política nas fartas tetas do mesmo Estado que nos está a falhar aos que mais precisamos, 'nutre-os' agora a terrível aflição da perda de tão tenra mama. Esses interesses metem a mão por baixo dos Sampaios-boneco e dos boneco-Soares e falam por seu intermédio. Comédia de Bonecragem. Neste momento, o Dinheiro é o Ventríloquo de quem preconize Blocos Sepulcrais Centrais para Portugal. Basta de devastação social e de devorismo nos OEs por parte de este PS/D decadentóide e anacrónico!
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