sábado, maio 19, 2012

RELVAS PODE TER RAZÃO!

Se há político sob sítio é Relvas. Muitas vezes porque sim. Olham para ele e é como se vissem todos os monstros que foram felizes no saque e ficaram largamente impunes nos dois Governos do fils de pute parisien, quando pressões sobre jornalistas eram o prato diário e quando se foi longe de mais, por exemplo contra António Cerejo, jornalista do Público. Mas calma lá, camaradas! Uma coisa nada tem a ver com a outra. Que mal é que Relvas pode fazer ao jornalismo menor português comparado com tudo aquilo que o x-acto do Noronha e a tesoura do Monteiro fizeram ao Face Oculta?! Vamos por partes, camaradas: primeiro, temos uma série de filhos da puta corruptos para pôr na prisão. Foram postos de molho. Acham-se isentos. Nem se fala deles. Continuam a laurear a pevide depois do furto e da festa, a rir da nossa cara de parvos. Depois, e só depois, é que poderemos compreender que os camaradas ganhem essa tusa toda e esse moral com cio às fatias e essa pressa masturbatória em pedir a cabeça do inócuo Relvas, que até pede desculpas por qualquer coisinha. Para quê o assédio ao homem, como se não houvesse mais nada prioritário, ainda para mais quando o Público está, porque está!, editorialmente pejado de Óxido de PS, Refugo de PS, com um forte reagente não só à Passos Aselhice como às Pombinhas da Cat’rina Coelhianas. Acham que apanharam Relvas pelos colhões e pronto abana tudo o que com o PS-Merda nem tugia nem mugia jamais, podia vir o Papa. Relvas é, quanto a mim, uma putativa cabeça rolante menor, que vem lá longe, muito no fim da lista de cabeças inoxidáveis que não há meio de fazer rolar, tão bafientas e deprimentes como o Regime que as mantém. Não se excitem, camaradas! É só fumo e vendetta. É lá com eles. Isto sem Relvas nunca será a mesma coisa. Relvas é fixe. Relvas é o sal do Governo Passos. Relvas é Relvas. E até pode ter razão. Não ponho as mãos no fogo pela direcção do referido órgão erecto da SONAE media, erecto como quem descobriu agora e para sempre a luz e o pudor e a ética impoluta do jornalismo português, tantas vezes venal e subserviente mesmo com quem nos conduziu, sorridente, à bancarrota.

1 comentário:

Anónimo disse...

O "Público" foi sempre o moço de fretes dos Cavaquistas, tire o PS da guerra, são eles (cavaquistas) a correr com o Relvas, você nestas coisas está verdito.