domingo, maio 20, 2012

RELVAS RENDE FESTIM RELES A JAVARDOS

Toda a minha preocupação no Affaire Relvas está para além do meu apreço ou não apreço pessoal pelo respectivo. Não suporto é a peçonha risonha deste javardo. Não se trata de argumentos e da batalha por quem tenha ou não razão. Trata-se do triunfo insuportável, milimétrico que seja, de um ladrão, no seu papel de mero necrófago político, responsável que é por, na sombra, defender o maior roubo a céu aberto que se viu em Portugal à pala da Política. Pouco me importa o que o Conselho de Redacção e a Direcção Editorial do Público digam, desdigam ou redigam, degradando ou reabilitando Miguel Relvas. Importa-me Portugal e os equilíbrios precários que teremos de manter para sair do buraco cavado pelo enorme filho da puta parisiense na sua voraz malevolência e persistente impunidade. O pseudo-engenheiro filho da puta parisiense envergonha o País por todo o sempre e por isso não merecíamos qualquer coisa, qualquer laivo nos actores presentes, que no-lo recordasse no modo reles de actuar: seria trágico, no actual estado da arte, que Relvas não passasse de qualquer coisa de muito similar ao que se deve execrar nos últimos Governos Javardos do socialismo-merda. Que os mais baixos javardos festejem o putativo rolar da sua cabeça já é irónico que chegue.

3 comentários:

Anónimo disse...

Ó meu caro Joaquim, não é "filho da puta parisiense", porque as putas parisienses são sérias ... diz antes "um vazio cheio de merda".
Quanto ao relvas, só desejo que lhe lhe venha a nascer um pinheiro onde expele aquilo que é,merda, um pinheiro cheio de lagartas processionárias ...

AR

Anónimo disse...

Que tal uma aspiriba?
Deixe a bebida, lembre-se dos seus filhos.

Dédé disse...

Relvas, Limas, Loureiros, só te saem duques.