sábado, maio 12, 2012

UM PRIMEIRO-MINISTRO HERÉTICO

O que é que o socialismo português inventou? Caciquismo e dependências, rendimentos mínimos ou máximos em troca de um voto fidelizado e da protecção ao mais alto nível para toda a forma de corrupção ao mais alto nível. Passos gosta de mandar farpas polémicas e mandou mais uma, na tomada de posse do Conselho para o Empreendedorismo e a Inovação. Não é mentira que, havendo incentivos à ociosidade, o que mentalmente impere seja a ociosidade passiva, derrotada, e não o risco e o sentido de oportunidade, como o de alguns que, do dia para a noite, se atiram à Inglaterra e hoje fazem quase mil euros semanais, no duro, enquanto por cá vegetavam e certamente vegetariam. Isto não funciona para todos, mas é toda uma mentalidade sem rede a fazer a diferença para si mesmo, derrubando a vaca de todas as certezas precárias no abismo dos possíveis. Ao contrário de alguma Esquerdalhada Pudibunda, que rasga as vestes e declara sacrílegos os bitaites de Passos Coelho, concordo que precisamos de mudar de mentalidade e de aprender a não desconversar, sobretudo se para a História ficará o, a todos os títulos pernicioso para Portugal, currículo socialista, do manso Guterres ao matreiro filho da puta parisiense. Os socialistas amestraram a sociedade para desdenhar do trabalho [enquanto, ao mais alto nível, contratos assassinos e boas comissões com PPP e outras comissões noutras patranhas equivalentes são prova de que uma carreira fora da política é cagativo e quanto a trabalhar só se não se puder roubar largo com o biombo da Política] e fomentaram o facilitismo grosseiro no que respeita aos estudos porque tinham um projecto de mediocrização e acriticismo social como garantia da sua perpetuidade no Poder através de dependências, gratidões votantes, esquemas, sinais ambíguos dados à sociedade e que nos trouxeram a isto, após uma década sem crescimento. O problema máximo do nosso tempo é o desemprego: a mecanização extrema de tudo gera, e gerará, mais e mais desemprego. Robots e sistemas suprem largamente pessoas. No entanto, o desemprego enfrenta-se e vence-se. Temos de lutar para que nos não vença a começar por dentro: isto é um facto. O desemprego é uma realidade que vitima quem dele não tem culpa nenhuma. Em geral, não são os pobres os culpados de passividade, os culpados da falta de risco e de sentido prático na procura de alternativas. Culpado tem sido o veneno socialista que consistiu em incentivar a preguiça dos miseráveis, dando-lhes peixes mínimos em vez de canas de pesca máximas. Também me parece que dificilmente este Primeiro-Ministro, herético para este socialismo ronceiro, reeducará toda uma sociedade induzida em erro por quase duas décadas de um engano ledo e cego - investimento público modernizador com o dinheiro que não há. A Passos mais lhe valia estar calado e não vir com estas frases muito dadas a leituras raivosas e sobretudo ao apagamento da memória dos antecedentes da nossa desgraça, quando a Falsidade se passeava eficaz de púlpito em púlpito sem dizer merdas desastradas como as que Passos diz e sem produzir gaffes explosivas nos media, insultos ou ofensas, como os que produz Passos [segundo o PCP e este cabrão ainda assessor oficioso e passional do filho da puta parisiense também ele agora daquela Esquerda Recente, repleta de moral, lata e falta de vergonha]: essa Falsidade venceu duas eleições e, de caminho, faliu o País, mas era eficaz no gatilho charlatão da comunicação, coisa em que Passos falha ingenuamente. As massas, segundo a Esquerdalhada Torquemada que se supõe apascentá-las, não gostam que alguém venha perturbar com heresias as águas do seu pântano. Ninguém agite e perturbe a excelsa fonte de moscas, na sua merda radiante de felicidade!

5 comentários:

Anónimo disse...

Vc é louco. Suas inssinuações são de um doentio pensar idiota virado a uma direita sofrega de vinganças a tudo e a todos que não são da sua côr inssipida.
Vergonha na cara lhe falta e mais alguma coisa, que me falha na memória no momento presente.
Gente e artigos desses, não fazem falta, nem para limpar o "Sim Sr" do abade morto nas queimas de fitas daquela festa que Vc. nunca verá

Anónimo disse...

Quem tem o P.M que tem estas infelicidades nem vale a pena lutar pelo pais,esse menino que alguém elegeu a Pm devia era estar na mesma situação que neste momento estão 15 ou mais porcento da população,mas e claro que não esta e nunca estaria visto ser filho de papa e mama com dinheiro oh Passos e mesmo infeliz precisavas era ............

floribundus disse...

o pontapé nos tomates doeu muito.
ficaram só com um: pequenino e improdutivo

Miguel disse...

Acho que Passos devia falar menos e agir mais em prol da dita «democratização económica». Fizesse ele isso e as consequências para as suas supostas transformações culturais seriam muito mais fáceis.

André Miguel disse...

Passos Coelho não tem o dom da palavra e fala quando não deve.
Primeiro que limpe a sujidade socialista que persiste na nossa sociedade e depois já pode falar em empreendedorismos e risco... Até lá é disparate.