domingo, maio 06, 2012

TUDO CONCORRE PARA O BEM DOS FILHOS DA PUTA

Fomos ou não fomos manipulados pelo filho da puta parisiense, quando ainda era somente um mero filho da puta desalmado português que se passeava por Lisboa e pelo mundo meneando e ondeando as ancas maneirentas sob os melhores tecidos do planeta? Fomos. Foi ou não foi a duplicidade do seu discurso, as suas repetidas contradições, a safra do paradoxo, como lógica de ataque e de defesa, toda a pátina desse mesmo Partido Socialista ganancioso, sectário, devorista, imoral em extremo, depois de Soares, re-inaugurado precisamente por esse mesmo filho da puta? Foi. Agora temos Passos Coelho. Fraco. Fraquinho. Brando, dolorosamente brando, quando alude [e só sabe aludir delicadamente] ao Governo anterior e ao PS de todas as ganâncias. Por que é que Passos e Relvas são incapazes de apontar o dedo para declarar esses Governos PS passíveis de prisão e de execração? Porque os milhões da impunidade estão completamente desse lado e a omertà maçónica põe e dispõe. Como é que se pode ser tão anjinho com delinquentes, com ladrões, com reles cães amantes do dinheiro público?! A retórica da chamada Direita Angélica é infelizmente um menino de coro, completamente incompetente e sem acutilância, contra a Esquerda Rapace, filha do grande sôfrego e videirinho Mário Soares. Não é possível deixar a sós o Correio da Manhã na sua tarefa expositiva da corrupção socialista, do cancro socialista, dos danos socialistas ao Estado e aos Contribuintes, que deveriam conduzir tal partido-lixo ao absoluto minoritário presente e futuro. Toda a nossa degradação cívica e apatia moral, todo o nosso afastamento da política, como escrevia Rui Mateus, nascem da grande e extensa imoralidade do Partido Socialista, como também do PSD dos grandes animais videiros Dias Loureiro e quejandos. Nem sequer seria necessário diabolizar o filho da puta parisiense. Bastaria a extensa lista de factos e fífias do filho da puta parisiense e de quem com ele esteve até ao limite do possível torpe «Não houve derrapagem. Não houve derrapagem...» ou das cândidas que o protegem sucessivamente, apesar do extenso ridículo em que incorrem tais protecções para lá das evidências e dos absurdos. Se é para estar à espera de músculo no Ministério Público e nos tribunais para actuar perante a evidentemente suja credibilidade, o evidentemente sujo 'bom' nome e a evidentemente suja 'honra' dos envolvidos, podemos esperar quase tanto quanto Isaltino e os seus irmãos comportamentais. Admito que até haja políticos cujos pequenos delitos, pequenos crimes e mau comportamento nem mereçam ser criminalizados. Mas outros há tão daninhos, tão dissimulados e nocivos, como o filho da puta parisiense, cuja criminalização dos respectivos horrendos crimes, abusos e malévola incompetência, é forçosa e apenas peca por tardia, como pecará por lenta. 

1 comentário:

bibónorte disse...

Parabéns pelo texto.Concordo com tudinho!