LISBOA, CAPITAL MONÓXIDO DO ESCAPE


Os critérios hiper-exigentes que sempre caracterizam a burocracia da UE, seja ambiental, seja de outra natureza, devem estar moribundos ou pelo menos em derradeiro plano. Nota-se que se até o pior ministro das finanças da União tem uma vitória negocial, impondo unilateralmente, como condição para o acordo político sobre as taxas reduzidas de IVA, a inclusão da baixa de IVA no portageamento das travessias do Tejo, uma que despenaliza claramente os fluxos automóveis de e para Lisboa, tudo é possível alcançar negocialmente na desUnião Europeia. Fica comprovado que isto vale tudo, que a crise se resolve aos solavancos, improvisando muito, saltando uns por cima dos outros, fazendo da aflição força, com particularismos e preciosos argumentos económicos internos. Não é sem propriedade que se pode dizer caminharmos para uma Lisboa, capital do Monóxido e do Escape, enquanto os híbridos e os electricos não se generalizam, coisa que nem é possível nem deve interessar a GALP excepcionalmente: «Os ministros das Finanças da União Europeia chegaram hoje, em Bruxelas, a acordo sobre as taxas reduzidas do IVA que contempla as portagens das pontes sobre o Tejo, como Lisboa exigia."Há um compromisso sobre o IVA", disse o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, no final da reunião, acrescentando que "Portugal tem contemplado a sua preocupação relativamente às pontes na região de Lisboa".»

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