quinta-feira, junho 27, 2013

FÓSSIL CONVERSETA OBSOLETA

Arménio Carlos não tem noção da obsolescência do que diz à luz dos tempos de aperto geral em que vivemos e do contexto internacional que integramos, onde só vencem os audazes numa competição global inclemente, na qual só colhe quem semeou. Nichos de privilégio no sector público, finito. E 1975, o PCP destruiu e desgraçou Portugal com as quixotescas reformas agrária e industrial de usurpação dos papéis gestionários e bloqueio à produção. Colectivizar foi lindo. O latifúndio gripou. A indústria parou. Capitais estrangeiros voaram do País. A bancarrota foi logo a seguir. 39 anos com a mesma cassete, música de realejo, pela mudança de políticas e de governo. Isto é o século XXI, camaradas! Por que é que o eleitorado nunca lhe fez a vontade?! Alguém avise o Arménio Fóssil Carlos que a única dignidade que nos interessa é criar empregos, gerar riqueza, lutar pela vida, tratar dela.

1 comentário:

Anónimo disse...

Desde há anos que as greves gerais (e as greves setoriais) são feitas apenas com funcionários públicos e de empresas públicas. Ja houve tempos em que uma greve era respeitável, quando os trabalhadores a faziam contra patrões de um setor, para melhorarem as suas condições difíceis de trabalho ou os salários abaixo comparados com a média do país. Hoje, as greves, em Portugal, não são contra patrões, passaram a ser feitas contra nós os contribuintes (o Governo é um pormenor no meio). Na prática, os sindicatos perderam a "alma" e são apenas associações fechadas dentro de si próprias defendem quem está instalado com bom emprego. Transformaram-se num clube dos trabalhdores que vivem melhor (professores, médicos, ferroviários, etc...), de gente que vive acima do país real e dos desempregados.