quinta-feira, junho 20, 2013

SOCIALISTAS E A PROBLEMÁTICA DA ESTATURA

Os socialistas portugueses que peroram nos blogues e nos jornais andam à procura de um líder com estatura. Para eles, Cavaco não tem estatura. Passos não tem estatura. Portas não tem estatura. Deduz-se que Seguro não tenha estatura, caso contrário não continuariam nessa demanda ofuscada por alguém finalmente com estatura. Como ninguém tem estatura, pressupomos que continuam a nostalgiar a estatura do Badameco Parisiense. Preocupa-os que os melhores dos melhores cérebros portugueses, saídos quentes como pães frescos das Universidades Portuguesas, saltem para a demais Europa, Brasil, Angola. De quem é a culpa? Do Ministro das Finanças, outro que, para a socratinagem e a socialistice fascistóide de Esquerda, não tem estatura. Os nossos melhores quadros fogem do País, dos Salgados, dos Ulriches, dos políticos corruptos e dos empresários que exploraram trabalhadores com ordenados abaixo de miseráveis?! A culpa é? Só pode ser, do Governo. Por exemplo, é de agora, e não de há décadas, que os investidores estrangeiros desconfiem de uma economia pouco transparente. De quem é a culpa?! Naturalmente da falta de estatura do Governo no seu todo. Para os socialistas-socratistas fascistóides, cujo cu é o padrão de qualidade, Portugal é um país à beira do colapso social, com um Governo e uma Presidência da República incompetentes e a roçar o irresponsável: deveria Portugal ter um golpista Fax de Macau na Presidência e como Primeiro-Ministro alguém mais teatral e fajuto. Só os fascistóides-socratóides-socialistas têm certezas quanto ao futuro do Euro [às Quintas e Sextas, sair! Aos Domingos e Quartas, ficar!] e resistem ao proxenetismo colectivo do empresariado nacional. Só os socialistas-socratistas fascistóides poriam fim à exploração dos trabalhadores, à exploração das PME e de todas as empresas, carentes de crédito ou grandes utilizadoras de energia, vulneráveis à chantagem pela Banca ou pelas Energéticas. Isto porque só os socialistas-socratistas fascistóides reúnem em si a estatura. Sem eles, Portugal afunda-se. Perde os seus melhores quadros. Sem eles, Portugal expulsa as gerações jovens. Sem eles, Portugal rompe com um contrato social que garantiu décadas de estabilidade e paz até ao rebentamento glorioso de 2011. Sem eles, Portugal destrói tudo o que se construiu facilitisticamente no Ensino. Sem eles, as universidades e a ciência desmaiam. Sem eles, o que medra é o desprezo do progresso assente na investigação. Sem eles, o Estado é desorganizado atirando à lama o investimento de muitos anos. Governar em Portugal é um atributo exclusivo dos socialistas-socratistas fascistóides. Só o dr. Soares, os seus filhos e netos estomacais, sôfregos como lesmas, ávidos como ténias, só eles podem governar Portugal com os maravilhosos resultados a que nos habituaram: dar com os burros na água, sempre com o álibi das Crises Externas e dos outros mais à mão. Só eles, fascistóides com papel de embrulho socialista, têm qualificações. Só eles têm provas dadas. Só eles tem formação ética. Azar que 2011 tenha chegado. Foi naturalmente por falta de estatura que Passos Coelho e toda a Oposição rejeitaram o PEC IV para empreender a monstruosa coligação que apeou a estatura em forma de gente, o Mega-Burlão. Sim, não foi uma necessidade fisiológica do País, da cidadania. Tratou-se de meras vinganças pessoais. É um mistério que toda esta monumental estatura socialista não tenha um espelho para a fronha-camafeu!

5 comentários:

Hugo Dionisio disse...

Ainda não percebi a sua incoerência.

Porque é que, num país que classifica como classifica, com os problemas que lhe indica e com as insuficiências culturais e estruturais que muito justamente, por vezes, identifica, dizia-lhe eu, porque é que, tendo este país nos últimos 100 anos, 75 deles governado pela extrema direita (salazar) e pela direita pseudo-democrática (PSD e CDS), continua a defender essa mesma direita, responsabilizando a esquerda por um papel que em muito menor medida é responsável? Não seremos todos responsáveis pelo país que temos? Uns pelo que não fazem, outros pelo que fazem e outros pelo que não deixam fazer? É que se não, com esses preconceitos de direita que apresenta, todas as, volto a repetir, justas criticas que faz e me levam a seguir o seu blogue, caem um bocado...como dizer, na incongruência. E sim, este governo também tem muita responsabilidade pelo actuaç estado, como o anterior, como o anterior, como o anterior e como a oposição e como nós, se formos a ver. Uns numa medida e outros noutra.

Joaquim Carlos disse...

Hugo, não pude combater o salazarismo porque ainda não era nascido. Aqui e agora tenho de combater uma deriva pidesca disfarçada de Esquerda, com pretensões de Poder indisfarçáveis, escudada pelo Sistema Corrupto Português [uma certa Banca e uma certa Maçonaria] e por isso ainda intocada na sua culpa contra o Povo Português: o socratismo e um certo socialismo exclusivista.

Faço um combate mais no plano dos valores de fundo que na perspectiva de uma ideologia: a ideologia conta pouco quando a natureza humana ambiciosa e ávida de dinheiro fala mais alto por sistema. Depois, o tempo em que vivemos, os últimos dez anos, foram terríveis na dissipação, no roubo e na opacidade dos Governos Socialistas. Foi um excelente serviço prestado à corrupção com os resultados consabidos. Não meto, porque não posso, tudo no mesmo saco.

José Domingos disse...

Salazar, não esteve no poder 75 anos. Salazar não era de extrema direita, a extrema direita, não era aceite em Portugal, no tempo de Salazar, o partido fascista português, foi proíbido e os elementos expulsos do país. A história tem destas coisas, quando não é a oficial, ensinada nas escolas, pelos camaradas.
Houve muita coisa no tempo de Salazar, que não devia ter acontecido, mas não era corrupto e andou uma data de anos a estudar, fins de semana incluídos.
Pode-se aprender com a história, desde que sejamos imparciais.

Hugo Dionisio disse...

Bem..

Ao sr. defensor do salazar nem respondo porque nada há a responder. Apenas digo, como fala de historia, a história fala por si! Depois mando-lhe se quiser os estatuto nacional do trabalho e a constituição salazarista para falarmos sobre fascismo e extrema direita salazarista. Uma ditadura é sempre, sempre, de extrema direita, mesmo que mascarada de outras coisas.

Quanto ao resto. DE acordo que o Socratismo foi um paradigma de prática opaca, corrupta e de trafico de influências. Sem Dúvida. MAs, este problema, também vem de trás. Então e as célebres negociatas do Barroso? Da quinta da falagueira ao empréstimo da CGD ao Carlyle? E o BPN de Cavaco? E o Braga Parques de Santana? Não estarão estes ao nível das PPP de Sócrates, aos Swap ou ao Freeport?

É que, neste aspecto, meu caro, da corrupção e do trafico d einfluências, do clientelismo e do Jobs for the boys, é yudo, mesmo, farinha do mesmo saco.
Cmo fechar os olhos ao Relvas que vai pasar férias ao Brasil com o Paulo Malof do mensalão e o Dias Loureiro do BPN? Como apagar que o relvas coloque o Dias Loureiro como consultor para as privatizaçoes. E o Borges? Mentor do governo que esteve em escândalos dos Edge Funds e outros que tais? Ou ainda, o caso da Tecnoforma do Passos? Ou ainda o caso do cartroga com a EDP e a sua venda aos Chineses a troco de um salário milionário? Como vê, a opacidade continua, continua a corrupção. Mas há uma diferença. Entre ladrões, o Sócrates (que eu desprezo profundamente, para que não hajam confusões) tinha mais classe, inteligência e até, mais estratégia. Tinha, também, melhores ministros a apoiar.

Hugo Dionisio disse...

De resto, na maioria das áreas o seu governo fez regredir o país, nomeadamente quando rejeitou o plano anti-corrupção do Cravinho. Agora, este governo? Por amor de Deus...continua a corrupção, o trafico, a gestão danosa, acompanhada de falta de estratégia em toda e qualquer área que não seja a de Gaspar. O livrod e Paulo Morais sobre a corrupção em Portugal é elucidativo sobre as causas da desgraça. E as causas são, acima de tudo, como costumo dizer, falta de ética e de caracter. esta falta de ética leva ao desprezo que os governantes têm pelo povo e à sua atitude anti democrática. A falta de caracter leva às cumplicidades de quem v~e e cala, ao invés de denunciar. E se quer que lhe diga, estas características são comuns a todo o povo (que não condena a pequena corrupção e até vota em políticos que sabem ser corruptos. Em mais de 850 e cinquenta anos de história, só os últimos de 39 foram de relativa democracia e isto, deixa marcas culturais muito profundas. Não e´à toa que os países da Europa do sul estão como estão. E a religião, nesse aspecto, teve um papel importantíssimo. Os países Católicos e Ortodoxos estão muito piores que os protestantes. é que esta doutrina do come e cala, do pecado e do perdão com meia dúzia de avés maria e mais uma esmola para a caixa, desresponsabiliza muito quem não é um verdadeiro cristão. O Gil Vicente ensinou-nos muito sobre esta questão, tal como o Max Webber.

Agora, também não podemos dizer que Portugal não evoluiu nos ultimos 39 anos, que isso já seria uma outra coisa. Evoluímos e muito, em todas as áreas. Anda há muitoa fazer? sem dúvida. Há que erradicar os males persistentes que continuam a colocar-nos na cauda da Europa e a impedir, por culpa da elite, uma sociedade mais justa, democrática e uma melhora redistribuição da riqueza. Mas, não se pode comparar o que somos e o que éramos. Já agora, já reparou que, em toda a história portuguesa (e se calhar mundial), foram sempre as elites dominantes e abastadas que venderam o país aos interesses estrangeiros? è no povo e na democracia que estará sempre a resposta e a nossa participação, contestação, opinião, serão sempre fundamentais como instrumentos e factores do progresso. Se estudar Hegel e a sua dialéctica perceberá porque é que a contradição é tão importante para o progresso. De resto, plenamente de acordo consigo. Há uma certa esquerda que não é é, que tem traído o país e que, ainda por cima, se arvora em ser a única que vale a pena e que é monopolista das boas soluções para o país.