terça-feira, junho 11, 2013

EIS ALGUÉM QUE NEM MORRER PODE

Depois de Gandhi e Luther King, poucos humanos mereceram ser amados universalmente como Madiba. No entanto, há qualquer coisa de trágico nos transes do seu estertor: nem uma morte discreta e repleta de paz lhe é dado ter. O circo está montado e como que ferra os dentes na realidade do glorioso moribundo até à última gota de sangue e o último suspiro. É a morte-espectáculo levada até ao limite. Os media pagam. As fontes desbragam-se.

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