segunda-feira, junho 10, 2013

PELA DEMISSÃO DE HOLLANDE

A palavra «demissão» anda na boca de toda a Esquerda e na dos habituais narizes caninos insuportavelmente irrequietos na perseguição da própria cauda, como os pachecos. Neste ponto, sejamos verdadeiramente abrangentes e democráticos, demissão por demissão, a rainha de Inglaterra deveria demitir-se. Durão Barroso deveria demitir-se. Merkel deveria demitir-se. O Papa deveria demitir-se. Obama deveria demitir-se. A cúpula do PCP deveria demitir-se. A bicefaladura do BE deveria demitir-se. Demitam-se todos, portugueses, de vós mesmos. Os que iam plantar batatas, demitam-se. Os que querem comer cerejas, demitam-se. Os que se atrevem a plantar macieiras, demitam-se, já. Assim é que vamos lá. Hollande, por maioria de razão, deveria demitir-se: está bem de ver que todos queremos beber do que anda a beber que já anuncia o fim da crise europeia na cabeça dele, agora que a crise do casamento gay em França mal começou bem como a crise da crise da crise. O que quer Hollande ande a tomar só pode fazer cócegas, dar formigueiros nas tripas e ter brilhantes da mais irresistível fantasia.

1 comentário:

Floribundus disse...

o Papa falou sobre a demissão do homem desde que o dinheiro o tornou descartável e o atirou para o caixote do lixo