terça-feira, junho 11, 2013

QUANDO A CORJA ARREGANHA OS DENTES

Com o bloqueio certamente constitucional, legal e imoral do colégio arbitral, tudo se conjuga e proporciona para a perfeição do Golpe de Estado Plutossocialista do dr. Soares, do dr. Pacheco, do PCP e do BE, não tarda, pela vaia ou pela bala. Estéreis, redondos e retóricos, para o dr. Soares, o dr. Pacheco, o BE e o PCP, é preciso piorar o que já vai de mal a pior. O cerco está montado: o que fica à vista é que teremos um Verão quente, quer queiramos quer não. Está no ADN do Regime parido pelo 25 de Abril e pelo xuxalismo de Estado patrocinado ao mais alto nível e que nunca nos permitiu sair da cepa torta, apesar das torrentes de dinheiro que para cá afluiram da Europa. Esse Golpe em decurso é o das forças corruptas e obsoletas do Regime para as quais vale tudo para que tudo fique na mesma
: «Esta corja formatou toda a minha geração, depois de dominarem os programas de História ou de Português. Abafaram os crimes da Revolução Francesa, dos Liberais, abafaram o atraso em que Portugal mergulhou devido à diletância e irresponsabilidade dos Republicanos. Contaram a sua versão do que se passou no Estado Novo, e ocultaram dos jovens as desgraças e os crimes de sangue do PREC e dos comunistas. Amplificaram até à exaustão os crimes do nazismo mas puseram de parte os crimes do comunismo na Ásia, Rússia ou América Latina. Fizeram do branco o mau da fita, em África, e ocultaram a selvajaria dos costumes dos nativos negros e as guerrilhas e o racismo que há por lá entre etnias distintas. A minha geração não sabe o que foi o PREC, quem foi e o que defendeu Álvaro Cunhal; não conhece as ideias de Marcelo Caetano nem sabe como Portugal se desenvolveu naqueles anos; desconhece os crimes de sangue das FP 25 de Abril e o clima de terror imposto pelos comunistas (o meu avô teve ameaças de morte dos empregados e dormia com uma caçadeira junto da mesa de cabeceira por ser patrão, ou seja, «facho»). Mas há mais. O Regime tornou o povo dependente do Estado. A nível local há famílias e famílias dependentes do emprego na empresa municipal, na autarquia, nas escolas e centros de saúde, da habitação social e das ajudas e apoios da câmara. Que há além disto? Há agricultura, fábricas, cultura independente do Estado? Morreu quase tudo nas últimas décadas. De uma forma ou de outra, boa parte da população depende do pote. O socialismo é um cancro difícil de erradicar: torna o povo dependente do Estado e mata a independência do povo.» Zephyrus

5 comentários:

Anónimo disse...

Saíste-me cá um grande fascista! Trabalhas pra quem?
Quanto te pagam? Falas da palavra de deus! esses são os piores! Nunca ouviste dizer que a moral e a triquina só se dá na carne de porco? Olha quando fores à igreja ou à sinagoga, bater com a mão no peito, bate com força para ver se te sai merda que tens na cabeça!

Anónimo disse...

sei isso tudo que escreve, mas tb sei quem nos governa agora...e quem nos governou 10 anos (o tal que agora diz que a agricultura e as pescas é que são o futuro)...enfim, e só governantes...este MEC é fraco demais, merece esta derrota, pq nem no tempo de Salazar os profs eram assim tratados.

Anónimo disse...

gosto da noção que fazer greve durante um dia de exames prejudica profundamente os alunos, mas despedir professores às carradas, e aumentar o número de alunos por turma para sempre, faz-lhes muito bem.

É aquele tipo de coisa que convence qualquer indeciso sobre quem são as bestas no meio disto tudo.

Joaquim Carlos disse...

Sou professor, contratado, desempregado. Custa-me o que os Governos foram fazendo aos docentes desde 2005. Mas começo a ficar ainda mais preocupado com a saída do Euro e com um segundo resgate. Estamos em guerra.

Anónimo disse...

então não fique triste, pq brevemente terá mais ex colegas seus perto de si. olhe, agradeça aos retornados...