SUPERVISÃO INVISUAL

Camilo, o simpático jornalista de sorridências económicas, soprou opinião e lançou mais algumas chamas à já insustentável situação de esterco moral que o BPN suscita ao português mais rudimentar. É pena usar de eufemismos e ser mais um dos que não pega o grande e pornográfico Touro de caras e pelos cornos: «O Banco de Portugal estava já muito preocupado em 2001 com a situação do BPN, mas preferiu “não ter mau feitio” para com a instituição, disse hoje o jornalista Camilo Lourenço, ex-director da revista “Exame”.“Tenho muita dificuldade em perceber que o Banco de Portugal não soubesse nada do que se estava a passar no BPN”, afirmou Camilo Lourenço, na audição na Comissão de Inquérito parlamentar sobre a Nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN).»
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Mas porque não disseram quem era a Directora da Revista Exame?