quarta-feira, março 07, 2012

O ACHISMO INANE DE ANDRÉ FREIRE

Acha o André Freire, no Público que «pode discordar-se do tom e das palavras de Pedro Rosa Mendes, mas, quanto à substância, é impossível não reconhecer a pertinência dos seus argumentos. É compreensível que o Estado português seja “diplomático” no tratamento destas questões com Angola. Mas é também desejável que, a bem da democracia e da verdade, os jornalistas portugueses sejam críticos e contundentes com o statu quo angolano. Por isso, fazem falta vozes como as de PRM! Ao acabar com Este Tempo, a RTP-RDP deu um grande passo atrás.» Mas será que há diplomacia económica com Angola que resista a farpas e hostilidade contra Angola e logo a partir de um órgão mediático pago pelo Estado Português?! E gasta o André Freire um espaço precioso do jornal a dizer esta inanidade. Quem quiser ser contundente e crítico com o statu quo angolano, faça-o por conta própria ou num órgão que não dependa nem seja pago pelo Estado Português. Será um grande passo em frente.

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